segunda-feira, 29 de março de 2010

Nunca é tarde para começar
A gente nunca pode duvidar das pessoas em querer mudar!

by Carol

Minas Lua Gerais

Minha Minas é bonita,
mas a Lua de Furnas à Boa Esperança é de uma beleza infinita.
A Lua me perseguiu.
Ela estava vigiando meus passos, que eram tão aventureiros...
Pensei em como seria ter a luz do luar, como namorar ao branco da noite de lua cheia, em como o mundo é perfeito.
Iluminou o meu destino,
E a ponte?
Acredita que é sob o meu Rio Grande!
É sim, é lindo! Foi uma travessia rápida e cheia de conversas.

Pensei nele, nele. Será que eu amo?
Pergunta a Lua.
A Lua que me perseguiu, ela sabe o meu segredo do amor, eu contei a ela o seu nome.
Ela sabe, ela brilhou para mim, ela me respondeu a confiança que nela depositei.
A Lua da minha Minas, da minha Minas Gerais, guarda o meu segredo, com o seu brilho!

Como brigadeiro. Doce, bonito e gostoso!

Se não for contigo
não pode ser.
Se não for comigo
não pode acontecer!
Amor que eu nunca vi igual,
Que fosse imortal,
mas veradeiro
como brigadeiro.
Doce, bonito e gostoso.
Você, finito e bondoso.
Ensinando a amar
a cada passo.

Adolescência Insana

O que para uma criança do sexo feminino era cuidar das bonecas e brincar de Barbie,e em relação ao sexo masculino, o carrinho, a corrida o vídeo game, as “lutinhas” se tornaram vergonhosas perante ao mundo dos infanto-juvenis da pós-modernidade.Fato é, que a adolescência foi consumida pelo shopping, pela roupa, pelo calçado e pior pela vida noturna sub-17. Assim, a precocidade impera sobre os pequenos, de tal forma que os pais já acostumaram, e deixaram os filhos se acomodarem a esse estilo da “nova criança - jovem”,sendo que a internet os consome, a família fica em segundo plano e a falta de comunicação, gera comportamentos difusos, principalmente na classe média em que os pais passam maior parte do tempo fora de casa e utilizam do final de semana para descansarem.
Essa extinção de brincadeiras, se observa nas grandes cidades, porque realmente não há um ambiente destinado a essa idade entre 12 a 17 anos, e sim shopping, baladinhas, shows e festinhas que dão inicio ao uso de bebidas alcoólicas.Porém os pais concordam com toda essa excitação e deixam os pequenos freqüentarem “cedo” esses lugares, quando não os levam para participarem da composição histórica de suas vidas. Já no interior, essas opções são vastas e os momentos de descontração são conhecidos por matines, que não se diferencia de uma boate com: musica, sem bebida alcoólica e a descoberta do “ficar”, que seria o conhecimento de outra pessoa sem qualquer compromisso pós-festa.
A solução não é proibir a saída dos pequenos, e sim mostrar-lhes a importância do tempo correspondente a seus passeios, porque se participarem de festas destinadas a uma idade superior,não vão ver graça quando estiverem nessa mesma idade, pelo contrário, irão procurar aquelas destina ao público maior, sempre.
Percebe-se que para agradar e “desgrudar ” das opções de casa( internet, vídeo game), os pais ficam com a doce ilusão que ao permitirem essa saída, estão sendo “bons pais”, “pais amigos”, mas esquecem que educação e tempo são “senhores ” da razão, pois “Bezerro manso mama em qualquer vaca” e “Tudo tem a hora certa” são ditado e fala popular que encaixam perfeitamente nessas situações.